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DESIGUALDADES. por Bonnet

Roberto BonnetDepois do Atlético Paranaense, nenhum time fora do triângulo das bermudas foi campeão brasileiro! Isso mesmo e vou repetir: nenhum clube fora do triângulo das bermudas( RJ-SP-MG) ganhou nada.

Vejam vocês, que no período de 1971 a 2000 (aproximadamente 30 anos) o triângulo das bermudas faturou 21 títulos, sendo que SP levou 10, RJ 10 e MG apenas 1. Os outros clubes fora do triângulo das bermudas, neste período, levaram 9/30, sendo o RS com 6 canecos e PR, PE e BA com cada 1 levando um título, totalizando 9.

Vejam, neste período eles tiveram 21×9 em relação aos outros, ou seja, 70%. Lembramos que o último campeão fora do triângulo das bermudas foi o Grêmio em 1996. Tivemos ainda como campeões: Inter, Coritiba, Sport e Bahia.

Ressaltamos que muitos foram campeões em campeonatos esdrúxulos e com fórmulas sem pé e sem cabeça. Vejam o caso de Coritiba e do Sport na famosa Copa União da confusão de módulos. Nesse caso do Sport, lembramos que o Flamengo não reconhece, ou seja, os números podiam ser maiores!

Começando o Século XXI, acreditem: SOMENTE O ATLÉTICO PARANAENSE foi campeão fora do triângulo das bermudas! DE resto, o que vimos foi a predominância Paulista com 8/15 e com MG e RJ com 3 títulos cada e totalizando 6/15. Resumindo em 15 anos o triângulo das bermudas venceu 14/15 e quem quebrou a hegemonia deste século fomos nós: CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE!

Ressalto que a fórmula de disputa de 13/15 campeonatos foi o de pontos corridos, no qual tivemos início em 2003 e no qual segue até hoje, extinguindo fórmulas malucas criadas pela CBF E o inchaço de clubes disputando o campeonato, como vimos no período de 1971 a 2000.

Nem gaúchos e muito menos outros clubes nordestinos ganharam nada. Em 2004, quase ganhamos novamente quebrando o “status quo” do triângulo das bermudas. Por quê dessa discrepância? Devido ao abismo que foi aumentando no decorrer dos anos, com uma certa “espanholização” das cotas de TV para os clubes do triângulo das bermudas.

Em números totais o triângulo das bermudas faturou 35/45 campeonatos. Ressaltamos que os clubes fora do triângulo das bermudas levantaram ao todo 10 canecos, sendo: 6 RS; 2 PR; 1 PE e 1 BA. Na outra ponta SP com 18; RJ 13 e MG com 4.

Como competir em pé de igualdade em um campeonato que um clube de SP e outro do RJ tem diferenças exorbitantes de valores e que outros do mesmo triângulobdas bermudas tem diferenças folgadas em relação aos demais clubes?

Isso torna ainda mais difícil a conquista do campeonato por clubes de fora do triângulo das bermudas e para combater esse problema, se faz necessário o fortalecimento da Primeira Liga equilibrando a equação que já nos foi mais favorável.

Como equilibrar? Buscando se associar e entendendo que disputamos um campeonato extremamente difícil, onde o maior vencedor ganhou aproximadamente 6/45. Precisamos fazer nossa parte e ajudar novamente a quebrarmos o paradigma do campeonato brasileiro, onde um clube fora do triângulo das bermudas possa erguer o caneco e mostrando que existe futebol fora de SP-MG-RJ.

Roberto Bonnet

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UMA GUERRA INÚTIL! por Robson IzzyRock

Robson Izzy Rock 1

Não vou ser estúpido a ponto de dizer que a torcida Os Fanáticos não faz falta nos jogos do Atlético.

Tão pouco vou me colocar contra a mesma, da qual já fiz parte e sempre admirei.

Tenho que assumir publicamente, que ela é uma tradição na história do Furacão, uma referência nacional para outras torcidas organizadas, que identificou muitos torcedores com o Atlético Paranaense e ainda identifica.

Não vou esconder que parte da fama que o Atlético carrega de time grande, deve ser também atribuída a essa fantástica e maravilhosa torcida.

Os Fanáticos, mais que uma torcida, virou referência, quase que para todo torcedor Atleticano.

Como exemplo, o uso constante pela torcida do símbolo da organizada, a Caveira, que se tornou um símbolo do próprio Atlético Paranaense. Muito comum, nós torcedores dizermos, “Sou da Caveira”, não como uma referência a torcida, mas sim ao próprio Atlético.

Mas não vou ser tolo e escrever que a Diretoria do Atlético não tem suas razões.

Ambos os lados estão certos, ambos os lados têm seus erros.

Mas uma coisa deve ser identificada, assumida e respeitada por todos, a torcida organizada tem problemas sim, e alguns de seus membros não são confiáveis. Os inúmeros casos ocorridos nos últimos anos, nos dão mostras de que algo não está bem resolvido na Organizada e de que ela já foi mais organizada do que atualmente.

Não posso deixar aqui de relatar e passar adiante, o temor que muitas pessoas, principalmente mulheres e crianças, tem de ir a campo por conta dos seguidos problemas de vandalismos generalizados que tomam conta principalmente dos arredores dos estádios e meios de acessos, como ônibus, ruas, terminais e etc.

Aquele que disser que estou mentindo, pode sair às ruas perguntando e terá sua resposta na ponta da língua, como tive alguns dias atrás, quando uma amiga me confidenciou que adoraria ir ao estádio, mas teme pela segurança dela e da filha e acabei me oferecendo para acompanha-las (“dívida” que ainda pagarei).

Acho que mais do que protestar, mesmo tendo seus direitos, a Fanáticos deveria reavaliar a conduta de seus membros, um por um, reorganizar seu quadro associativo e evitar ao máximo comboio de torcedores pelas ruas da cidade, em bairros afastados do estádio e terminais de ônibus. A Fanáticos tem seus direitos, mas para que seus direitos tenham valor, deve atentar para suas obrigações e que elas devem ser postas em prática o quanto antes, pelo bem do Atlético, e mais ainda pelo bem também da própria torcida Atleticana. Uma questão administrativa.

Vale aqui ressaltar que sinto falta da torcida no estádio sim, mas que mais que isso, não quero ver temor em Atleticanos que deixam de frequentar o estádio por medo de vandalismos.

Cabe inclusive fiscalizar a torcida dentro do estádio, evitando por exemplo, que sujeitos mal-educados venham a sujar e denegrir a imagem da Organizada, como ocorrido no jogo contra o Santos e no caso Walter, atitudes que achei sem fundamento algum, e desnecessárias.

Vencer ou perder faz parte do jogo, o que a torcida deve entender, que embaixo de uma camisa, há um ser humano e que o mesmo deve ser respeitado independente das cores que carrega em seu coração ou corpo, seja ele jogador ou torcedor.

Ambos os lados podem e devem ceder, mas cada um aos poucos, para que encontremos paz definitiva. Devem corrigir suas falhas e buscar um acordo que seja benéfico não só a ambos, mas a torcida Atleticana de um modo geral e principalmente um meio de chegar até o torcedor amedrontado e convencê-lo que em jogos do Atlético, a paz sempre irá reinar.

Essa guerra é inútil e persistir nela, não trará nenhum benefício ao Atlético.

A Fanáticos que haja com sabedoria, saiba receber o que lhe foi oferecido e reconquiste o que deseja aos poucos, provando que podem evoluir, não só como torcida organizada, mas como uma torcida composta por seres humanos.

Um abraço a Fanáticos, tenho muito orgulho de vocês, mas acho que como tudo em volta que muda e evolui, vocês também devem mudar e evoluir, PARA MELHOR.

Robson IzzyRock do Blog Olho no Lance.

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A UNIÃO SE FAZ NECESSÁRIA. por Valdir Miguel

Valdir Miguel de SouzaAmigos Rubros Negros,

O Atlético precisa de nossa força da união da extraordinária torcida Atleticana, independente de qualquer mágoa ou discórdia que possa ter havido entre amigos, companheiros da torcida ou dos Gestores no passado ou no presente.

Não podemos nos apequenar, afinal podemos e às vezes conseguimos nos livrar de um monte de coisas e pessoas que fizeram parte de nossa vida.

Mas há como deixar de amar o Furacão? Impossível.

Portanto, vamos reerguer esse orgulho da grandeza e magnitude que sempre foi nossa torcida, sem facções ou organizadas, aquela que “ganhava” jogos na velha e na nova Baixada.

Enquanto houver essa torcida fantástica e fanática, essa gana de amar e correr atrás das vitórias o Atlético é insuperável e interminável. As pessoas passam, mas temos que espalhar essa garra e vibração que sempre tivemos pelo Furacão, que nos foi doado por nossos pais, entes queridos, ou por paixão a primeira vista, vamos continuar semeando esse orgulho e espalhando por onde andarmos e onde o Atlético estiver.

Vamos plantar e dividir nossa paixão com nossos filhos, amigos, enfim propagar o nome do Furacão por esse mundão de Deus afora.

Vamos nos dar as mãos, independente de qualquer coisa, de nosso orgulho ou frustrações, decepções sofridas… existe algo MUITO MAIOR que qualquer divergência que NOS UNE: o ATLÉTICO, o FURACÃO PARANAENSE, DAS AMÉRICAS, do MUNDO e do PLANETA, pois para nós, em nosso peito ele bate muito forte, e é o mais importante do mundo: o nosso CORAÇÃO RUBRO NEGRO.

Saudações Rubro Negras.

Valdir Miguel de Souza

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‘Somente os clubes podem salvar o futebol brasileiro’, diz Leonardo

PAULO VINÍCIUS COELHO  COLUNISTA DA FOLHA  02/07/2016 02h00
Fonte: Folha de São Paulo

No último dia 14, quando Tite foi convidado pela CBF para ser o técnico da seleção brasileira, a Folha publicou que o ex-jogador e ex-técnico do Milan Leonardo era a primeira opção do presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, para assumir a função de coordenador de seleções.

Contudo, em meio às articulações, Edu Gaspar, ex-Corinthians, foi o escolhido. Del Nero não chegou a telefonar para Leonardo.

Radicado na Itália, ex-técnico de equipes como Internazionale, de Milão, e ex-diretor do Paris Saint-Germain, Leonardo Nascimento de Araújo, 46, é o brasileiro com mais conhecimento de gestão do futebol europeu.

Em entrevista à Folha, fala sobre os problemas do futebol brasileiro e aponta a salvação: os clubes.

*

Folha – Alguém da CBF conversou com você, fosse um convite ou troca de experiências?
Leonardo – Nunca fui procurado. Talvez porque minhas posições tenham sempre ficado bem claras e sejam distantes do que existe hoje. Mas veja. Não quero falar que a CBF é isto, aquilo. Temos de sair um pouco da fase de lamentação. Temos de ir para a fase da ação.

Pessoas de outros segmentos têm conversado com você?
Talvez a CBF não tenha me procurado porque minha volta ao Brasil não é fácil. Importante também dizer isso. Não sou candidato a nada. Estou muito enraizado na Europa. Mas participar é bom. As pessoas me procuram muito hoje, sim. Os clubes, o Bom Senso, pessoas que querem aprovar leis, jogadores, treinadores.

Você não é candidato a nada. Mas se fosse presidente da CBF, o que faria?
Partiria de um projeto dos clubes. Não existe futebol forte sem clube forte e campeonato forte. Hoje, a CBF teria essa missão. Mas seria importante se ela ajudasse a criar uma liga. Mesmo os clubes não trabalham isso. Então o presidente da CBF precisa ser o cara que mude o futebol brasileiro. A visão hoje é política, não é esportiva nem econômica, o que freia nossa evolução. A política nos impede de ser atuais.

A situação política atual permite esse avanço?
Independentemente da posição do presidente da CBF ser delicada, ele poderia ser o piloto de uma nova estrutura do futebol. Já convivi com muitas esferas de poder. Sei como é difícil ceder. Mas hoje nosso futebol está cada vez mais deteriorado. É momento de ceder um pouco. De ser o criador de um projeto que estimule os clubes a serem gerenciados de outra maneira. É um problema a estrutura dos clubes também ser política. Seus dirigentes não são escolhidos porque têm formação, porque estudaram, prepararam-se. São políticos também, o que é muito ruim.

No Brasil, o “negócio” é visto muitas vezes só como exportação de atletas. É possível criar torneio relevante que reduza a obrigação de exportar?
É possível, porque somos o Brasil. Não quero ficar sentado nos louros do passado. Pode ter um produto vendável, com qualidade. Sabemos produzir, mas não conseguimos mais. Mas é necessário partir de um projeto dos clubes. Só os clubes podem salvar o futebol brasileiro.

Qual o primeiro passo?
No início, tem de haver uma mudança da estrutura jurídica de todos os clubes. E a criação de uma entidade que regule esse novo campeonato. Hoje, a notícia que acontece no Brasil não sai nem na Argentina.

A China está investindo na Europa e não no Brasil, porque o Brasil não tem estrutura nem credibilidade. Para investir, precisa mudar a estrutura jurídica [refere-se à criação de clubes empresas ou outros mecanismos que permitam a entrada de capital estrangeiro]. A China é só um exemplo. O importante é ser sempre atual para captar os investidores do momento.

Isso tudo tem de passar pelos clubes, mas a CBF tem de ser a aglutinadora de um mercado de clubes que hoje só brigam por política. Você acha que um dirigente hoje investe mais na relação política ou nas divisões de base?

De quanto tempo o Brasil precisa para voltar ao topo?
Leva tempo, mas o maior problema é conseguir que todos pensem assim. Jogadores, dirigentes, federações, imprensa, torcedores. Estamos todos divididos. Não quero saber do passado. A Justiça pode querer saber disso. Mas daqui para a frente, o objetivo precisa ser fazer outro futebol.

Você detalhou a crise do futebol brasileiro. A crise da seleção é do mesmo tamanho?
A seleção é sempre consequência do futebol brasileiro, não o contrário. Hoje, o jogador médio do Brasil é pior do que o médio das grandes potências. E isso passa por formação. Oito de 11 jogadores são bem formados na Europa. Eles fazem a diferença. Temos de aumentar a nossa média com nova metodologia de treinamento.

O país dará vexame na Rússia?
Pode chegar com o mesmo time, acertar o ambiente, criar coisas positivas e vencer. Mas se tiver dez competições, não vai ganhar cinco como acontecia no passado. A formação aqui é muito apressada. O brasileiro vai para a Europa e diz: “Aqui se treina melhor, aqui me recupero mais rápido”. Não que o Brasil não saiba. Mas precisa ter metodologia. O jogador na Europa conhece mais o jogo. A gente não tem cultura do treinamento. Então, um menino na Europa, aos 15 anos, pode ter menos talento, mas tem mais competitividade.

O que representou o 7 a 1?
O 7 a 1 acabou colocando tudo isto em evidência. Nunca discutimos profundamente nossos problemas, porque não tinha acontecido uma catástrofe. O 7 a 1 levou nossa auto-estima. E a auto-estima nos fez ganhar muito. Convencia até os adversários de que éramos melhores. Mas há outras coisas a pensar sobre a Copa no Brasil. Que voz os clubes tiveram na organização da Copa do Mundo?

Nenhuma.

Nenhuma. Como você faz o maior evento, que pode trazer mil benefícios e nenhum clube se senta na mesa. A Alemanha usou a Copa para fazer da Bundesliga o segundo campeonato mais importante da Europa. Fez centros de formação e aumentou a média de audiência em televisão e no estádio. São as maiores da Europa. Tudo a partir de um evento. Estamos na idade da pedra de gestão. Hoje se tiver um jogo da Champions League e outro do Brasileirão, as pessoas assistem à Champions.

Você é pessimista?
Isto tudo não sonho. O Brasil pode fazer. Mas hoje não tem união de todos os setores. A gente não sai do lugar por causa disso. Se eu fosse presidente da CBF, eu faria tudo a partir dos clubes.

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Entrevista coletiva 28/06: Paulo Autuori e Nikão

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Entrevista pós-jogo: Atlético Paranaense 2×0 Grêmio – Paulo Autuori e Hernani

 

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EXCLUSIVO SÓCIO FURACÃO: RESERVAS DE INGRESSOS PARA O ATLETIBA INICIAM NESTA SEGUNDA-FEIRA

EXCLUSIVO SÓCIO FURACÃO: RESERVAS DE INGRESSOS PARA O ATLETIBA INICIAM NESTA SEGUNDA-FEIRA

26/06/2016 – Imprensa CAP

Reservas serão realizadas através do http://www.ingressoscap.com.br. Entradas custam R$ 100,00 [inteira] e R$ 50,00 [meia-entrada]

O Sócio Furacão terá prioridade na compra de ingressos para o clássico Atletiba, marcado para às 21h da próxima quarta-feira (29), no Estádio Couto Pereira. A partir das 10h desta segunda-feira (27), o associado do Rubro-Negro poderá reservar a sua entrada [um ingresso por Sócio] no site www.ingressocap.com.br.

Os ingressos para a torcida do Atlético Paranaense custam R$ 100,00 [inteira] e R$ 50,00 [meia-entrada].

A reserva será efetuada no www.ingressoscap.com.br através do pagamento de uma taxa de conveniência de R$ 1,00, no cartão de crédito. Caso o Sócio não possa comparecer pessoalmente para retirar o ingresso, será possível indicar outra pessoa.

Após efetuada a reserva, será gerado um voucher. Com ele, o Sócio Furacão [ou a pessoa indicada] realizará o pagamento, somente em dinheiro, e retirará o ingresso no espaço para eventos do Estádio Atlético Paranaense [área superior do estacionamento da Rua Brasílio Itiberê], das 10h às 18h de terça-feira (28), e das 10h às 14h de quarta-feira (29). É necessário apresentar também um documento de identificação com foto.

As bilheterias do Estádio Atlético Paranaense não serão abertas para venda de ingressos para torcedores não-sócios.

Coritiba x Atlético Paranaense: Venda exclusiva para Sócio Furacão

Valores: R$ 100,00 [inteira] e R$ 50,00 [meia-entrada]

Reservas

– Início às 10h desta segunda-feira (27), através do site www.ingressoscap.com.br;
– Limite de 1 ingresso por Sócio;
– Será cobrada uma taxa de conveniência de R$ 1,00, no cartão de crédito [para emissão de voucher];
– Após efetuada a reserva, será gerado um voucher;
– Caso o Sócio não possa comparecer pessoalmente para retirar o ingresso, será possível indicar outra pessoa

Pagamento e retirada

– Espaço para eventos do Estádio Atlético Paranaense [área superior do estacionamento da Rua Brasílio Itiberê]: terça-feira (28), das 10h às 18h, e quarta-feira (29), das 10h às 14h;
– Sócio [ou pessoa indicada] deverá apresentar o voucher da reserva e um documento de identificação com foto;
– Pagamento exclusivo em dinheiro