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Sorte que ainda temos os que cantam “dá-lhe, dá-lhe ô” depois de gols sofridos. por Bruno Leite

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Era um jogo importante. Muito, muito importante. A gente abre o placar para a alegria da torcida rubro-negra na Baixada.

Mas o jogo começa a tomar outro rumo. Eles empatam. E, numa falha clamorosa de um de nossos defensores, viram: 2×1.

Essa situação foi vivida ontem e também naquele belo e inesquecível 16 de dezembro de 2001. Fico imaginando o que seria daquela partida se parte da torcida, como parte da de ontem, decidisse começar a vaiar o nosso querido goleiro Flavio, que claramente falhara no segundo gol do São Caetano.

Penso também o que passa na cabeça de um torcedor que vaia seu próprio jogador por uma falha comum. Ele não deu um soco em ninguém, ele não meteu a mão na bola. Falhou na marcação. E tinha muito jogo pela frente.

Sorte que ainda temos os que cantam “dá-lhe, dá-lhe ô” depois de gols sofridos.

Bruno Leite
www.facebook.com/brunomilk

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